Salvador, 08/10/2026 13:55

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Bruno Reis rejeita rótulo de anti-Lula, alfineta adversários e chama debate na Bahia de “mediocridade”

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Prefeito de Salvador diz que grupo “é a favor do povo” e critica campanha centrada na relação com Lula; ele afirma respeitar o resultado das urnas

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), rebateu a estratégia do PT de classificar ACM Neto e seu grupo político como adversários do presidente Lula. Segundo ele, a campanha eleitoral na Bahia foi marcada por um debate que deixou de lado as propostas.

“Nunca foi escondido. A gente não é contra ninguém, a gente é a favor do povo. A gente quer o melhor para o povo”, declarou.

Bruno afirmou que seus adversários repetem há várias eleições a mesma estratégia de apresentar a disputa a partir do alinhamento ou não dos candidatos com Lula.

“Os nossos adversários é que têm sete eleições, gente, que só sabem dizer a mesma coisa. Que é do time de Lula, que fulano é contra Beltrano, contra Ciclano”, criticou.

Na avaliação do prefeito, a discussão sobre a Bahia acabou reduzida a uma disputa de posicionamentos políticos, em vez de se concentrar nos problemas e nas políticas públicas do estado.

“Felizmente, o debate da Bahia se resumiu a essa mediocridade”, afirmou.

Bruno também criticou a ausência de debates durante a campanha e questionou o desempenho do governo estadual em áreas que considera prioritárias.

“Um governador que se reelege sem ir para o debate. Senadores que se reelegem ou que se elegem sem ir para o debate. Porque não tem propostas”, declarou.

Apesar das críticas, o prefeito afirmou que respeita o resultado das urnas e parabenizou os eleitos.

“A decisão do povo é soberana, é majoritária, a gente respeita, aceita, parabenizo os eleitos, desejo boa sorte, teremos a melhor relação institucional possível”, afirmou.

Bruno também disse que pretende manter uma relação institucional com os governos eleitos, embora mantenha sua avaliação crítica sobre os rumos da Bahia.

“Não cabe questionar as urnas, o resultado se respeita, é seguir trabalhando e convicto que uma hora essa mudança vai chegar”, concluiu.

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