Deputada eleita explicou que estados geridos pela oposição têm 99% de aprovação e defendeu progressão continuada com acompanhamento de aprendizagem.
Questionada sobre o tema da “aprovação em massa” — recorrente debate no setor educacional —, a ex-secretária da Educação explicou as bases científicas e pedagógicas adotadas pela gestão estadual e refutou a existência de facilitação de notas nas escolas da Bahia.
“Não existe aprovação em massa ou automática na rede pública estadual da Bahia. O aluno que não atinge os objetivos é reprovado ou cumpre o regime de dependência. A Bahia historicamente carregava os mais elevados índices de reprovação do país. A literatura educacional comprova: reprovar um aluno de forma punitiva eleva em cinco vezes a chance de ele abandonar os estudos em definitivo. Curiosamente, estados governados pela oposição, como Goiás, registram índices de aprovação de 99%, mas a narrativa é direcionada contra a Bahia. Nosso dever é garantir que o jovem aprenda sem ser expulso da sala de aula”, elucidou Rowenna.