Salvador, 21/10/2026 01:27

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“Recurso deve ir para a mesa, não para o jogo”: Adolpho Loyola apoia cerco do governo federal a bets ilegais

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Dados do Banco Central apontaram queda de 10% no volume de transferências via Pix após restrições a sites de apostas; chefe de Gabinete apontou que medida protege lares de baixa renda na periferia.

Questionado durante a bancada do Política ao Vivo sobre o relatório do Banco Central que apontou um recuo de 10% nas transações Pix de pessoas físicas após as restrições impostas pelo Ministério da Fazenda às plataformas de apostas não autorizadas, Adolpho Loyola elogiou as medidas tomadas pelo governo do presidente Lula.

“O impacto mais devastador das apostas predatórias recaía justamente sobre as famílias de baixa renda e os beneficiários de programas de transferência de renda. O dinheiro das compras básicas e da alimentação estava sendo drenado dos lares para alimentar plataformas ilegais. A intervenção do governo federal estanca essa sangria e faz com que os recursos voltem a circular na economia real dos bairros, no comércio de vizinhança e no sustento familiar”, avaliou Loyola.

O articulador pontuou que a fiscalização precisa continuar vigilante para impedir a operação do submundo das apostas clandestinas na internet.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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