Chefe de Gabinete apontou a divulgação como o principal gargalo da gestão estadual e contrapôs com a contratação de 11 mil policiais e o sucesso do Bahia Sem Fome.
Em um momento de avaliação da gestão de Jerônimo Rodrigues na bancada do Piatã Notícias, Adolpho Loyola fez uma autocrítica pública sobre os quatro anos de governo. Provocado pelos apresentadores a apontar o principal erro e o maior acerto da administração estadual, o chefe de Gabinete admitiu que o Executivo falhou na estratégia de comunicação institucional com a sociedade.
“O ponto negativo do nosso governo foi a comunicação. Nós nos comunicamos mal com a população baiana. Acho que a gente podia ter sido mais efetivo na comunicação para dizer tudo o que a gente fez e o volume gigantesco de obras que colocamos de pé. Por outro lado, o ponto positivo inquestionável foi a presença do governador. Pela primeira vez na história da Bahia, um governador visitou praticamente todos os municípios do estado em quatro anos. Não existe um município sem obras de Jerônimo”, admitiu o secretário.
Loyola enumerou as principais marcas estruturantes do mandato. “São 740 escolas de tempo integral de alto padrão em toda a Bahia, um número expressivo e sem comparação. São 15 novos hospitais e mais de 4 mil novos leitos hospitalares criados. Na segurança pública, contratamos 11 mil novos policiais civis e militares com investimentos pesados em tecnologia. E acima de tudo, o programa Bahia Sem Fome, que combateu a insegurança alimentar das famílias vulneráveis. O trabalho foi imenso; pecamos apenas em não mostrar tudo isso com a força necessária”, reconheceu.