Postulante ao Senado propôs benefício anual pago como 13º escolar para famílias de alunos que cumprirem metas pedagógicas e cobrou valorização docente.
Ao traçar um diagnóstico sobre os indicadores educacionais da rede pública estadual, o candidato ao Senado João Roma (PL) lamentou que a Bahia ocupe a última colocação nos índices nacionais de qualidade do ensino e apresentou propostas para reverter o quadro. No programa Tribuna Livre, Roma reiterou o compromisso de ACM Neto de extinguir a política de aprovação automática e detalhou a criação de um incentivo financeiro direto aos estudantes.
“Na propaganda de Jerônimo, Rui Costa e Jaques Wagner, a educação é linda, cheia de prédios e 700 escolas na TV, mas os dados oficiais mostram a nossa juventude submetida ao pior ensino do Brasil. Não adianta só parede bonita. A primeira medida que ACM Neto tomará no governo será acabar com a aprovação automática, devolvendo a autonomia aos professores para avaliar os alunos com base no mérito. Além de ampliar o Bolsa Presença e o Pé-de-Meia, apresento a proposta do ‘Auxílio Educação’: um 13º do Bolsa Família no valor de R$ 500 pago no final do ano para as famílias cujos filhos atingirem as metas escolares”, anunciou Roma.
O candidato frisou que o avanço socioeconômico da juventude exige disciplina e foco pedagógico. “Não é admissível que a mesma Bahia de Rui Barbosa amargue o último lugar do país em aprendizagem. Com tecnologia e seriedade, vamos dar condições para o professor trabalhar e fazer com que a juventude volte a sonhar e ter orgulho de sua formação”, completou.