Salvador, 25/09/2026 22:22

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“Pegamos financiamento no BNDES e quem paga a conta é a prefeitura”, rebate Bruno Reis sobre novos ônibus

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Prefeito criticou transporte metropolitano sucateado sob gestão Jerônimo e expôs abandono de áreas verdes estaduais em Salvador: “Pituaçu, Abaeté e Costa Azul estão destruídos”.

O modelo de aquisição da nova frota de transporte coletivo urbano foi esclarecido pelo prefeito Bruno Reis em resposta a discursos de adversários governistas que atribuíram a chegada dos veículos a doações do Palácio do Planalto. Em tom enfático, Bruno usou uma comparação cotidiana para demonstrar que o investimento é fruto exclusivo da arrecadação e capacidade de crédito de Salvador.

“Se você compra um carro financiado no Bradesco, quem está pagando a parcela todo mês com juros: é o Bradesco ou é você do seu bolso? É a mesma coisa com a frota municipal. O dinheiro é de um financiamento que a prefeitura contraiu junto ao BNDES e quem vai pagar cada centavo da conta é o povo de Salvador. O banco estatal poderia ser o Itaú ou o Santander; não houve um real a fundo perdido concedido pelo Governo Federal. O Estado precisa, na verdade, é explicar por que os ônibus metropolitanos que rodam sob a gestão deles são verdadeiras sucatas caindo aos pedaços”, assinalou.

O gestor municipal contrapôs o padrão de manutenção da cidade aos equipamentos estaduais instalados na capital. “O Governo do Estado abandonou os seus espaços públicos em Salvador: o Parque de Pituaçu está abandonado, o Parque do Abaeté abandonado, o Parque São Bartolomeu abandonado, o Parque Costa Azul abandonado e o antigo Centro de Convenções virou uma tragédia em escombros. A Fonte Nova eles só fizeram porque caiu a arquibancada antiga; o TCA só reformam porque pegou fogo. Essa é a diferença de quem entrega e de quem apenas promete”, concluiu Bruno.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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