Em ato em Camaçari, ministro da Casa Civil afirmou que o Estado foi perseguido pelo governo federal anterior e destacou sua origem na Liberdade para justificar resistência a boicotes.
Durante o comício da chapa governista realizado em Camaçari, o ministro da Casa Civil e candidato ao Senado Rui Costa (PT) resgatou os embates orçamentários enfrentados durante os seus dois mandatos como governador da Bahia (2015–2022). Diante do público presente na caminhada, Rui denunciou que as gestões federais de Michel Temer e Jair Bolsonaro atuaram para inviabilizar obras de infraestrutura no estado.
“Eu fui governador desse estado oito anos e sei o que é governar com dois presidentes que não gostam do Nordeste e não gostam da Bahia. Sabe aquela coisa de que a gente que rala — e eu ralei desde o início da minha vida na favela onde vivia — diz que pior do que quem não ajuda é quem atrapalha? Além de não ter ajuda, Caetano, eu fui perseguido, a Bahia foi perseguida!”, afirmou o ex-governador.
Rui detalhou a tentativa de travar a mobilidade metropolitana de Salvador e Lauro de Freitas. “Eles cortaram o dinheiro do metrô de Salvador, onde a metade do recurso era federal e a metade estadual. Cortaram pra colocar o governador da Bahia de joelhos e dizer: ‘A obra vai parar e você vai ser desmoralizado’. Só que eles não sabiam quem estava sentado na cadeira de governador: quem nasceu na Liberdade, rala! E eu concluí a obra do metrô 100% com recursos do Governo do Estado!”, discursou o candidato.