Candidato ao Senado contrastou o passado da rede pública baiana com a expansão de policlínicas e serviços de alta complexidade no interior.
A descentralização de especialidades médicas e de serviços de alta complexidade na rede estadual de saúde foi enfatizada por Rui Costa (PT) durante a sabatina da Rádio Metropole. O ex-governador relembrou a dependência da capital baiana antes do início dos mandatos do grupo petista.
“Antes de nós chegarmos ao governo, nós tínhamos todos os dias, das quatro da manhã em diante, fila de ambulâncias saindo de Salvador e chegando até Feira de Santana pelo acostamento. Sabe por quê? Porque não tinha nenhum serviço de saúde de alta complexidade no interior”, relatou Rui. O petista apontou o salto qualitativo na infraestrutura de diagnóstico por imagem. “Sabe quantos aparelhos de ressonância magnética pública existiam no estado quando Jaques Wagner entrou? Um. Hoje, só nas policlínicas, nós temos 27 aparelhos funcionando, além de tomógrafos e exames do coração”, detalhou.
O candidato ao Senado complementou que cirurgias cardíacas, neurológicas e tratamentos oncológicos foram distribuídos geograficamente. “Hoje, todas as regiões de saúde fazem cirurgias de alta complexidade e tratamento de câncer com acelerador linear”, pontuou, citando novas unidades e ampliações em polos regionais como Valença, Serrinha, Jacobina e Alagoinhas.