Ex-governador repercutiu mandados cumpridos em Belo Horizonte e relacionou adversário a esquemas de limpeza urbana e fraudes tributárias.
O candidato ao Senado Rui Costa (PT) comentou as operações policiais deflagradas nesta quinta-feira (17) pela Polícia Federal e pela Polícia Civil, vinculando aliados do ex-prefeito ACM Neto (União) a esquemas apurados pelas autoridades. Durante sabatina com Mário Kertész, Rui deu destaque à Operação Overclean, que investiga fraudes e desvios de recursos na Secretaria de Educação de Belo Horizonte.
“Hoje mais uma vez uma operação da Overclean envolvendo o ‘rei do lixo’ e o indicado de ACM Neto para a Secretaria de Educação de Belo Horizonte”, pontuou o petista, referindo-se a Bruno Barral, ex-secretário municipal em Salvador. Segundo Rui, os investigadores solicitaram diligências formais contra a principal liderança da oposição baiana. “Foi pedido a busca e apreensão contra Antônio Carlos Magalhães Neto. A Polícia Federal pediu, mas o ministro Nunes Marques negou. Diferente do que ele tem dito em entrevista, ele é investigado hoje nas duas maiores operações do Brasil: a do Master e a da Overclean”, afirmou.
O ex-governador também citou os desdobramentos da Operação Valor Venal, conduzida pela Polícia Civil na capital baiana contra servidores da Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz). “Tem uma outra operação hoje acontecendo na prefeitura de Salvador que é por fraude do IPTU. Quantos escândalos estão acontecendo sucessivamente na prefeitura? É na saúde, foi na educação e agora no IPTU”, concluiu o petista.