O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), rechaçou veementemente nesta quinta-feira (10) as informações veiculadas que buscam associar o sistema de previdência municipal ao Banco Master. Durante agenda institucional e em entrevista à imprensa, o gestor municipal desmentiu qualquer vínculo entre a instituição financeira e as contas da previdência da capital, classificando a difusão da narrativa como uma estratégia puramente eleitoral de seus opositores.
“Há 20 dias das eleições, estão plantando matérias com base em suposições que nem sequer sabem se existem”, declarou o prefeito. Segundo Bruno Reis, a administração municipal tem absoluta segurança jurídica e administrativa de que não houve nenhuma transação ou envolvimento com o banco citado. O chefe do Executivo municipal argumentou que, caso houvesse margem para intervenção ou negociação, os recursos teriam sido direcionados, o que nunca ocorreu: “Por que o Banco Master não está na Previdência de Salvador? Se fosse algum lugar [em que] de alguma forma [pudesse] intervir, seria aqui. E nunca existiu isso, não existe”.
O prefeito aproveitou para exaltar a saúde fiscal da previdência soteropolitana, apontando-a como destaque em todo o território nacional. De acordo com a gestão, as contas registram atualmente um montante de R$ 1 bilhão, saldo que, na visão do prefeito, comprova a ausência de qualquer tipo de investimento ou tratativa com o Banco Master. “Podia fazer investimento no Banco Master e por que não foi feito? Essa conversa não existiu, não existe”, reforçou.
Ao comentar os desdobramentos políticos do episódio, Bruno Reis elevou as críticas ao campo oposicionista, afirmando que a investida revela o clima de derrota iminente no pleito. “Isso é a armação dos nossos adversários, que estão desesperados e sabem que vão perder a eleição”, disparou.
Minimizando o potencial de impacto da manobra sobre a campanha, o prefeito taxou as acusações de “fofoca, fuxico e intriga” e devolveu as críticas ao grupo rival, sugerindo que os problemas reais residem na oposição: “Eles, sim, estão com problemas sérios. Busquem a pressão, uma série de problemas que vocês sabem”.