Durante ato político realizado nesta sexta-feira (28), no bairro da Liberdade, em Salvador, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou sua estratégia de campanha para os estados e refletiu sobre a cobertura jornalística do cenário político.
Lula destacou que gosta do confronto de ideias: “Eu sou um homem de debate. Gosto de debater. Gosto de ir na entrevista. Gosto de ser provocado”. Ele indicou que, ao lado de seus candidatos a governador e ao Senado em cada estado, atuará para “mostrar com muita clareza as coisas que a gente faz”.
Ao abordar as sabatinas de imprensa — especificamente citando as entrevistas do Jornal Nacional —, o presidente afirmou que não se frustra com a postura dos entrevistadores.
Segundo ele, o papel do jornalista é fazer perguntas profissionais que podem colocar a candidatura em dúvida, algo que se aplicou a “todos os candidatos”.
No entanto, lamentou a falta de espaço para o debate propositivo: “O que é triste nisso é que você sempre se prepara para tentar discutir propostas do futuro do Brasil. Você sempre se prepara para tentar mostrar o que você faz”.
Para fundamentar a defesa de sua gestão, o presidente apresentou uma série de dados econômicos positivos:
- Inflação: Apontou que o país registra “a menor inflação acumulada de quatro anos”.
- Mercado de Trabalho: Destacou o “maior crescimento da massa salarial” e o “menor desemprego da sua história”.
- Contas Públicas: Argumentou que o governo assumiu o país com um déficit fiscal médio de 2,8% e projetou a transição para um superávit de 0,1% no orçamento atual, ressaltando a “seriedade em que a gente administrou esse país”.