Gestor apontou omissão da gestão anterior na atenção básica, acusou grupo de Elinaldo de tentar barrar consórcio de saúde e exaltou atendimento de 500 pacientes por dia.
Durante participação no programa Política Ao Vivo, o prefeito de Camaçari, Luiz Caetano (PT), rebateu as narrativas da oposição a respeito da regulação estadual de saúde e detalhou a reestruturação da rede de urgência e média complexidade promovida em seu mandato no município.
Caetano criticou a postura adotada por aliados do ex-prefeito Elinaldo Araújo (União Brasil) e da base de ACM Neto na cidade: “Ficavam dizendo: ‘Está aqui a fila da morte’. Só tinha uma UPA funcionando na cidade, na sede. E eles queriam botar nas costas do governo e da gente que tinha uma fila de pessoas para passar para a regulação. Eles não faziam o dever de casa, que era a saúde básica, e não tinha UPA funcionando”.
O prefeito pontuou as entregas executadas para desafogar a rede municipal e viabilizar a Policlínica Regional: “Eu entrei, mantive a UPA que estava funcionando, botei mais uma UPA nos Phocs, mais uma UPA pediátrica, reformei a UPA de Arembepe, reformei o PA de Monte Gordo e estamos construindo uma UPA em Monte Gordo, e o PA de Abrantes e estamos construindo uma UPA em Abrantes. E acabei com aquele negócio da fila da morte. A oposição tentou não aprovar em tempo hábil o consórcio para que eu não pudesse abrir a policlínica. E eu abri: a policlínica está funcionando e atende 500 pessoas por dia com hora marcada”.