Salvador, 19/08/2026 15:39

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“Seria um desrespeito”, despista Rui Costa sobre disputar a presidência do Senado

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Ex-governador afirmou que prioridade é conquistar uma das duas vagas ao lado de Jaques Wagner e construir bancada alinhada ao Palácio do Planalto.

Indagado pelo jornalista João Tran sobre a possibilidade de disputar o comando do Congresso Nacional caso seja eleito, o candidato ao Senado Rui Costa (PT) rechaçou antecipar debates sobre a mesa diretora durante entrevista à TV Aratu.

Rui afirmou que a presidência da Casa Alta é uma deliberação interna que cabe exclusivamente aos parlamentares eleitos. “A presidência do Senado depende de um colegiado de 81 senadores. Eu nem fui eleito ainda, seria uma temeridade e um desrespeito com quem ainda vai ser eleito falar em candidatura à presidência do Senado. Isso não está no meu horizonte. O que está no horizonte é ir para o Senado para ajudar o presidente Lula a aprovar os projetos de interesse da população”, pontuou.

O candidato fez questão de orientar o eleitorado sobre a dinâmica eleitoral para a bancada federal. “Nesta eleição, cada eleitor terá dois votos para o Senado. Nós estamos fazendo a caminhada com os senadores de Lula, que sou eu e o ex-governador Jaques Wagner, para garantir que a Bahia tenha representantes fortes no Congresso”, finalizou.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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