Candidato ao Senado pelo PL critica atual gestão estadual e afirma que atuará em Brasília como “porta-voz” do cidadão baiano
Em sabatina promovida pelo Grupo A TARDE, o candidato ao Senado Federal pelo Partido Liberal (PL), João Roma, defendeu a necessidade de a Bahia recuperar o protagonismo político no cenário nacional e prometeu atuar como um “porta-voz” das demandas diárias da população no Congresso Nacional.
Durante sua manifestação inicial no encontro, Roma criticou os rumos da administração pública baiana e destacou a sensação de decepção por parte do eleitorado com o atual grupo governista.
“O povo da Bahia quer e sonha em estar em um estado grandioso que traga boas notícias, diferente do que se vê atualmente, com notícias que decepcionam a população”, afirmou o candidato. Segundo ele, o estado tem “ficado para trás” e “perdido protagonismo perante outros estados”.
Aliança e palanque regional
Ao abordar a disputa eleitoral, o ex-ministro enfatizou que sua candidatura ao Senado se insere no projeto de oposição para a liderança do Executivo estadual. Roma citou nominalmente o pré-candidato ao Governo do Estado, ACM Neto, além dos aliados Ângelo Coronel e Zé Cocá, ressaltando estar em “sintonia” para viabilizar as transformações políticas e administrativas pleiteadas pelos baianos.
“Quero estar no Senado para ajudar o próximo governador a fazer as mudanças necessárias no Estado da Bahia. Por onde se anda na Bahia, percebe-se pessoas muito desapontadas com muitas promessas que não chegaram para melhorar a vida do cidadão”, declarou.
Atuação em Brasília
Sobre seu papel caso seja eleito para a Câmara Alta, João Roma ressaltou que pretende construir uma ponte direta entre as necessidades regionais e a capital federal. O candidato destacou as dificuldades enfrentadas pelas famílias para garantir o sustento no dia a dia e prometeu representatividade firme nas votações em Brasília.
“É fundamental estender essa relação para que, quando eu abra a boca lá em Brasília, as pessoas saibam que ali está João Roma falando por elas, sentindo quais são as mudanças necessárias para a Bahia”, concluiu.