Político defende a integração dos modais de transporte para atrair indústrias e gerar empregos privados no semiárido e pequenas cidades baianas.
A dependência econômica de transferências de renda federais e da máquina pública municipal na maioria das cidades do interior baiano foi apontada por ACM Neto como um obstáculo a ser superado. Em encerramento de discurso diante de empresários em Salvador, ele defendeu a reindustrialização regional como caminho para a prosperidade.
Neto ressaltou que a falta de articulação entre estradas, ferrovias e portos paralisa o desenvolvimento das pequenas comunidades. “Não dá para termos modais que não se comunicam e estão completamente desarticulados. O processo de reindustrialização do interior vivido nos anos 90 e 2000 tem que ser retomado, porque a indústria gera recursos circulando e empregos no comércio e serviços”, argumentou.
Ao traçar um retrato do semiárido baiano, o pré-candidato defendeu um projeto de desenvolvimento que gere autonomia econômica para as famílias. “Boa parte da Bahia está no semiárido. Cidades que vivem do Bolsa Família, da previdência e do salário das prefeituras. É preciso ter uma visão de reequilibrar o desenvolvimento e olhar o interior para dar esse grande salto de prosperidade”, concluiu ACM Neto.