Salvador, 04/08/2026 17:08

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“Exportar chocolate e tecido, não só amêndoa e pluma”, defende Jerônimo ao pregar industrialização do agronegócio

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Governador cobrou agregação de valor às safras de cacau do Sul e algodão do Oeste baiano no plano de desenvolvimento econômico de eventual segundo mandato.

A necessidade de atrair indústrias de transformação para processar a matéria-prima produzida no estado foi a tônica da fala do governador Jerônimo Rodrigues (PT) sobre desenvolvimento econômico durante sabatina na TV Aratu. Questionado sobre os reflexos do seu plano de governo na vida do cidadão baiano, o gestor sustentou que o crescimento do PIB estadual deve estar atrelado à geração de empregos qualificados.

Jerônimo citou nominalmente duas das principais cadeias agrícolas baianas — a lavoura cacaueira no Sul e a cotonicultura promovida pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) no Oeste — para exemplificar a mudança de patamar econômico que pretende liderar. “Eu desejo muito que a gente possa ver, por exemplo, as nossas amêndoas de cacau que são exportadas da Bahia voltarem em forma de chocolate. Quero fortalecer para que a Bahia tenha um potencial de industrialização e a gente possa não só vender a amêndoa, mas também vender chocolate”, argumentou.

O candidato defendeu idêntica estratégia para a produção têxtil. “Ao invés de vender a pluma do algodão, meu desejo é ver o Oeste, a Bahia exportar linha, exportar tecido, ao invés da gente exportar o caroço do algodão. Nós temos que exportar linhas e tecidos”, reforçou.

A meta de adensamento industrial e expansão da agregação de valor às exportações baianas integra o Eixo 4 (“Economia a Serviço da Vida e das Pessoas”) e o Eixo 8 (“Produção, Soberania Alimentar e Vida Digna no Campo”) das diretrizes da coligação governista, que preveem incentivos fiscais e infraestrutura para integrar o agronegócio à indústria nacional e internacional.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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