Salvador, 28/07/2026 12:26

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Loyola desafia oposição a apresentar solução para regulação: “Quero saber como é que eles vão resolver”

andre

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O secretário de Relações Institucionais da Bahia, Adolpho Loyola, rebateu nesta terça-feira (28) as críticas da oposição ao sistema de regulação da saúde no estado e afirmou que os adversários do governo precisam apresentar alternativas concretas para enfrentar os problemas da área. Em entrevista à Bahia FM, o auxiliar do governador Jerônimo Rodrigues (PT) questionou quais seriam as propostas dos opositores para o setor.

Ao comentar o tema, Loyola afirmou que as críticas não são acompanhadas de soluções.

“Eu quero saber como é que eles vão resolver. Como é que vão resolver a regulação?”, provocou.

Loyola critica estrutura da saúde em municípios

Na entrevista, o secretário argumentou que o debate sobre a regulação precisa considerar a estrutura da rede municipal de saúde. Segundo ele, municípios administrados por grupos de oposição ainda enfrentam carências na oferta de serviços hospitalares.

“O hospital municipal que eles fizeram tem menos leito que o hospital municipal de Itabuna. Feira de Santana não tem um hospital municipal. Vitória da Conquista não tem um hospital municipal. Como é que esses caras vão resolver a regulação?”, questionou.

Loyola também direcionou críticas à rede de atenção básica de Salvador. De acordo com ele, a insuficiência de serviços municipais acaba ampliando a pressão sobre a estrutura estadual de atendimento.

“Se eles não ajudam, a pior atenção básica das capitais do Brasil é a de Salvador. Ele não coloca posto de saúde para funcionar”, afirmou.

Policlínicas e parceria com municípios

O secretário destacou ainda que as duas policlínicas regionais instaladas em Salvador são mantidas exclusivamente pelo governo estadual, diferentemente das demais unidades espalhadas pela Bahia, que funcionam por meio de consórcios entre o Estado e as prefeituras.

“Aqui, as duas policlínicas que nós fizemos, nós temos que atender. Nós estamos bancando sozinho, o governo do Estado banca sozinho, porque a prefeitura não quis fazer a parceria conosco. Todas as outras 27 policlínicas são um consórcio com as prefeituras”, declarou.

Cobrança por propostas

Ao encerrar a entrevista, Loyola voltou a cobrar que os adversários apresentem propostas para a área da saúde durante a campanha eleitoral de 2026, em vez de apenas criticar a gestão estadual.

“Me diga, eu quero que eles mostrem no programa eleitoral deles, já que eles não colocam nada. O que eles fizeram na saúde básica dos municípios da União Brasil? Coloquem, cadê? Eu quero que eles mostrem”, desafiou.

andre
Jornalista com experiência nas editorias de esporte e política, com passagens pela Premier League Brasil, Varela Net e Prefeitura Municipal de Laje. Apaixonado por esportes e música.

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