Ex-prefeito de Gandu e pré-candidato à ALBA destaca o papel do municipalismo no desenvolvimento da Bahia e elogia o legado descentralizador de Wagner e Rui Costa
O ex-prefeito de Gandu e pré-candidato a deputado estadual, Léo de Neco (PP), usou suas plataformas digitais nesta quinta-feira (16) para fazer uma defesa enfática do voto regionalizado nas eleições legislativas. O progressista sustentou que os diversos territórios de identidade da Bahia carecem de uma representação política autêntica na Assembleia Legislativa (ALBA) e no Congresso Nacional, capitaneada por lideranças que vivenciam de perto as dores e o cotidiano do interior baiano.
Na avaliação de Léo de Neco, parlamentares fixados nas bases que os elegem possuem uma sensibilidade aguçada para canalizar as demandas locais junto aos poderes Executivos estadual e federal. Ele destacou que o pertencimento regional e o vínculo comunitário vão muito além da distribuição de emendas no Orçamento, servindo como pilares para a construção de soluções integradas que fortalecem consórcios de municípios.
Ao analisar o panorama econômico e administrativo da Bahia, o pré-candidato enalteceu o avanço do associativismo focado no municipalismo. Ele relembrou que a estratégia de consórcios públicos — estruturada inicialmente na gestão do ex-governador Jaques Wagner e ampliada de forma robusta sob o governo de Rui Costa — quebrou a lógica chapa-branca e centralizadora da capital, distribuindo serviços públicos essenciais pelo interior. Para Léo de Neco, consolidar esse modelo exige eleger representantes comprometidos com as pautas territoriais.
“O deputado mais próximo que está ali, que nasceu ali, que conhece de fato a realidade da região, que está todo dia ouvindo as pessoas porque sua residência é no território, tem um plus. Além das emendas e da possibilidade de contribuir com o avanço do município, ele vai pautar as ações do território. Com quem está ali no dia a dia, sentindo a dor, a máxima se aplica: a cabeça pensa onde o pé pisa. Se você pisa ali no local, tem identidade com o território, acaba pautando realmente as ações da sua região”, ponderou o progressista.
“Isso é muito importante para os territórios da Bahia, algo que foi potencializado com a criação dos consórcios lá atrás com o Wagner, mas sobretudo com o Rui Costa, que deu realmente uma escala maior à força dos consórcios na Bahia. A gente precisa avançar em eleições mais regionalizadas para que a gente tenha mais força. A Bahia é muito grande, tem um território continental, mas precisamos de lideranças em cada região para representar os territórios e garantir que os investimentos sejam irradiados por todo o estado”, concluiu Léo de Neco.