Em entrevista, governador reforçou a estratégia de descentralização da rede estadual e a expansão de equipamentos de alta complexidade pelo interior baiano.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), detalhou nesta segunda-feira, dia 8 de junho de 2026, a robusta estratégia de expansão da rede de saúde estadual. Em entrevista concedida à Rádio Cidade LEM, o chefe do Executivo baiano destacou que a prioridade de sua gestão tem sido a regionalização dos serviços de alta complexidade, permitindo que a população do interior tenha acesso a tratamentos de ponta sem a necessidade de deslocamento para a capital ou grandes centros urbanos.
O governador frisou que os novos equipamentos não se limitam a unidades de suporte básico, mas compõem uma rede estruturante com alta capacidade de atendimento. Jerônimo Rodrigues reforçou o alcance do plano de governo ao afirmar: “estamos com quase 10 novos hospitais sendo construídos, grandes. Eh, não é hospital municipal, não, são hospitais estaduais, com UTI, com tomógrafo, com centro cirúrgico”.
O gestor explicou que a descentralização visa corrigir gargalos históricos de regulação, aproximando o Estado do cidadão em todas as regiões. Sobre o impacto dessas obras na logística do Sistema Único de Saúde, o governador declarou: “a gente fez um planejamento de que a gente pudesse descentralizar. O que é que é a descentralização? É tirar o paciente lá da ponta, de um município pequeno, e ele não precisar ir para Salvador ou para Feira para fazer uma cirurgia ou um exame mais complexo”.
Por fim, o chefe do Executivo baiano destacou a dimensão da rede pública estadual, posicionando-a como referência nacional. Segundo o governador, “o SUS da Bahia é, é um dos mais potentes do Brasil, o maior do Brasil. E a gente tem, eh, eh, mantido isso com investimento, com tecnologia e com o zelo de cuidar das pessoas”.
