Presidente da FEC Bahia afirmou, durante a Marcha dos Prefeitos, que a pauta é a mais urgente para os municípios baianos
O prefeito de Capim Grosso e presidente da Federação dos Consórcios Públicos da Bahia, Sivaldo Rios (PSD), afirmou nesta terça-feira (19), em Brasília, que a contribuição patronal de 21% ao INSS tem agravado a situação fiscal dos municípios da Bahia, do Nordeste e do Norte de Minas.
Em entrevista ao Política Ao Ponto, durante a Marcha dos Prefeitos, Sivaldo classificou o tema como uma das principais dificuldades enfrentadas pelas administrações municipais.
“Essa é uma angústia, uma agonia da maioria dos municípios da Bahia, do Nordeste de um modo geral, e do Norte de Minas, que a gente percebe que não tem como fechar a conta”, declarou.
Segundo o presidente da FEC Bahia, a alíquota previdenciária tem pressionado diretamente os caixas municipais e dificultado o equilíbrio das contas públicas.
“Esse 21% do patronal é que tem inviabilizado exatamente os municípios baianos e do Nordeste de modo geral”, afirmou.
Sivaldo também destacou a atuação da União dos Municípios da Bahia (UPB) na condução da pauta e disse que a FEC Bahia atua de forma alinhada à entidade municipalista.
“É uma luta capitaneada pela UPB que já vem se arrastando há muito tempo. E a gente enquanto FEC, a gente não separa. FEC e UPB é um só”, disse.
Para o gestor, a redução da carga previdenciária é uma das demandas prioritárias dos prefeitos baianos em Brasília.
“Essa é a pauta mais urgente, mais urgente para os municípios da Bahia”, completou.
