O encerramento da 13ª edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica) foi marcado neste domingo (26) por emoção, celebração e o sentimento de dever cumprido. Em meio às apresentações culturais que tomaram as ruas do município, a secretária de Educação de São Francisco do Conde e embaixadora da Flica 2025, Vanessa Dantas, destacou a importância do evento para o fortalecimento da identidade baiana e da produção literária nacional.
“Estamos tomados completamente pelo sentimento de gratidão a Deus e a todas as pessoas que passaram por Cachoeira nesses três dias. Pessoas vindas dos mais variados lugares da Bahia, de outros estados do Brasil e até de outros países. A Flica deixa mais uma vez um legado de um conteúdo riquíssimo”, afirmou Vanessa.
Para ela, a edição deste ano se destacou pela diversidade de temas e pela profundidade dos debates. “Aqui nós tivemos mesas das mais variadas temáticas, passando por questões raciais, étnicas, religiosas e culturais, além de reflexões sobre a sociedade que tanto sonhamos e desejamos construir”, disse.
A festa literária, que atraiu milhares de visitantes ao Recôncavo Baiano, reuniu escritores, artistas e estudiosos em torno da literatura e da cultura popular. O encerramento foi marcado por um grande cortejo com manifestações tradicionais, como fanfarras, bumba-meu-boi, grupos de capoeira e cortejo de baianas.
“Encerramos essa grande festa com a reunião da cultura do Recôncavo, da cultura da Bahia, com muita música e alegria. Já com um gostinho de saudade e, daqui a pouco, vamos começar a preparar a 14ª edição”, concluiu a embaixadora.
Realizada anualmente em Cachoeira, a Flica é considerada uma das mais importantes festas literárias do Nordeste e se consolida como um espaço de valorização da literatura, da diversidade e das expressões culturais da Bahia.
