Salvador, 31/03/2026 09:53

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Tiago Venâncio anuncia força-tarefa contra bebidas adulteradas com metanol na Bahia

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Foto: Luana Neiva/PAOP|
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O diretor de fiscalização do PROCON-BA, Tiago Venâncio, anunciou nesta segunda-feira (6) uma operação integrada para combater a venda de bebidas alcoólicas adulteradas com metanol no estado. A medida vem após a confirmação de dois casos graves na Bahia e tem como foco principal proteger a saúde dos consumidores e responsabilizar os estabelecimentos irregulares.

Segundo Tiago, a ação envolve uma ampla força-tarefa com a participação das Secretarias Estaduais de Saúde, Justiça, Segurança Pública, além das prefeituras e promotorias locais. “Esse é um momento de integração. O Governo do Estado preza por uma atuação conjunta e coordenada entre todos os órgãos envolvidos”, afirmou.

Além das fiscalizações, o PROCON pretende intensificar o diálogo com associações de bares, restaurantes e distribuidoras de bebidas. O objetivo é orientar os empresários sobre os cuidados na aquisição de bebidas e alertar sobre os riscos da comercialização de produtos sem procedência.

“A Bahia já confirmou dois casos recentes de bebidas adulteradas. Precisamos garantir a segurança da população e fortalecer essa corrente preventiva”, disse Tiago Venâncio.

As equipes já estão atuando em várias regiões do estado – capital, interior, região metropolitana e zonas turísticas. Um balanço parcial será divulgado nos próximos dias, apontando os locais fiscalizados e eventuais irregularidades encontradas.

População pode colaborar

Tiago também reforçou a importância da participação da população nesse processo. Denúncias sobre venda suspeita de bebidas podem ser feitas ao PROCON ou aos canais oficiais da Secretaria de Segurança. “Com o apoio da sociedade, conseguimos agir de forma mais rápida e eficiente”, pontuou.

Por fim, o diretor fez um alerta: é fundamental que os consumidores priorizem locais de confiança, com histórico regular e estrutura adequada. “É sempre arriscado consumir em estabelecimentos com irregularidades fiscais, sanitárias ou estruturais. O consumidor, nesse caso, se torna mais uma vítima dessa cadeia de irresponsabilidade”, concluiu.

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