Salvador, 03/03/2026 11:07

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Isabela Suarez marca presença no 3º Congresso Brasileiro de Direito e Sustentabilidade e afirma que evento é uma união de forças: “Movimento disruptivo”

Isabela Suarez
Foto: PAOP
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Durante o 3º Congresso Brasileiro de Direito e Sustentabilidade, que acontece no Palacete Tira Chapéu, localizado no Centro Histórico de Salvador, nesta quinta-feira, 11, e segue até sexta, 12, a presidente da Associação Comercial da Bahia (ACB), Isabela Suarez, enalteceu o evento e destacou que ele é uma união de forças.

“Chegamos à nossa terceira edição, conseguindo reunir lideranças, autoridades, representantes da sociedade civil, representantes do mundo jurídico, representantes do conjunto produtivo, mostrando que a pauta da sustentabilidade não se faz a partir de um pilar único que é o da ecologia, se faz também com o pilar social e com o pilar econômico”, iniciou Suarez em entrevista concedida ao Política Ao Ponto.

“O congresso é uma união de forças para falar sobre temas importantes, relevantes e que dizem respeito ao desenvolvimento econômico. Tudo isso tendo como pano de fundo o cenário da realização da COP 30 [30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima] aqui no Brasil, em Belém do Pará”, enfatizou.

Ela destacou que o protagonismo dentro desse cenário acontece “a partir do momento em que a gente desmistifica e que a gente traz a discussão a partir de perspectivas que antes nunca foram discutidas”. Segundo a presidente da ACB, o que existia “era uma visão ultraconservadora em relação às pautas ambientais e colocando o empresário como vilão e em uma situação marginalizada”. 

Isabela Suarez afirmou que o 3º Congresso Brasileiro de Direito e Sustentabilidade é um movimento disruptivo, “que mostra que nós somos, sim, instrumentos fundamentais dessa conta, que o Brasil é sustentável”. 

“Hoje oitenta, 87% da nossa matriz energética é renovável. É exatamente isso que o Brasil precisa comunicar para o mundo, as oportunidades, boas ações, a conservação dos seus biomas, mostrando que não é bem como contam lá fora, muito pelo contrário. A gente tem muito a mostrar e podemos, sim, ser um exemplo no que tange conservação pro resto do mundo. Agora, claro que ao se falar de sustentabilidade não se trata apenas de conservação, se trata também de economia e também do aspecto social”, ressaltou.

Suarez completou: “E a gente sabe que para que a economia funcione bem, para que a gente consiga promover uma melhor economia, já que o nosso problema hoje é a desigualdade. Precisamos melhorar e muito o quesito da infraestrutura. E a gente sabe que o estado da Bahia precisa investir mais em infraestrutura. A infraestrutura que está aí ainda não é o suficiente para poder fazer valer a conta da sustentabilidade. Os setores hoje, por exemplo, não operam na sua máxima sustentabilidade em função de ausência de infraestrutura, melhoria das estradas, melhoria das linhas férreas e tantas outras coisas necessárias ao nosso bom desenvolvimento.”

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