Salvador, 21/04/2026 09:28

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Eduardo Salles diz que soberania não se negocia, mas defende via diplomática para tratar tarifaço dos EUA sobre produtos brasileiros

Eduardo Salles
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O deputado estadual Eduardo Salles (PP) defendeu nesta segunda-feira (14), durante agenda na sede da Federação da Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), quando foram certificados 300 colaboradores da Conder na ferramenta BIM, que seja adotada a via diplomática para tratar com serenidade a questão das tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos ao Brasil a partir de 1º de Agosto.

“Tem que botar a bola no chão, na minha opinião. Nós temos que ter serenidade, é um momento difícil. Ninguém aqui pode permitir, claro, interferência na soberania nacional, mas temos que ter também uma serenidade para que possamos entender qual o objetivo efetivo dos Estados Unidos com isso”, defendeu Salles.

Ele ainda citou os prejuízos para a Bahia: “E a Bahia aqui muito penalizada, penalizada notadamente no agro. Mais de 50% do agro é afetado por isso. E aí a gente vem com a mistura da agroindústria, que é a questão do papel e celulose. Depois entramos nas frutas, no cacau, no café, no pescado, no mel. Enfim, o agro da Bahia é bastante prejudicado com esse tarifaço. E a indústria, efetivamente a indústria petroquímica, a agroindústria, o papel e celulose”.

Salles complementou: “O que nós precisamos, e é esse nosso objetivo hoje aqui […] ver quais as diretrizes, quais os caminhos e, claro, esperamos que a diplomacia a nível nacional possa entender qual o objetivo claro do que podemos fazer, porque tem coisas que são inegociáveis, não se consegue negociar a soberania nacional, mas se consegue sim trabalhar dentro da diplomacia para que a gente possa mudar e reverter isso até o dia 1º de agosto”.

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