Salvador, 12/01/2026 08:44

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Bruno Reis minimiza saída do PDT de sua base e confia na permanência de apoio de aliados pedetistas

Bruno Reis
Valter Pontes / Secom
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O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), minimizou a saída do PDT da sua base política, durante evento em Cajazeiras nesta quarta-feira (30). A legenda oficializou o rompimento com a base de Bruno na terça-feira (29), e, segundo o gestor, a decisão foi tomada de forma consensual, além de que a decisão já era esperada, principalmente pelo reposicionamento do partido em âmbito nacional.

Bruno demonstrou confiança na permanência de lideranças pedetistas que integram sua gestão ou seu grupo político. “Tenho certeza que seguirão ao nosso lado, porque têm esta relação e compromisso com a cidade, com a Bahia”, afirmou o prefeito.

Entre os principais aliados do gestor que integram o PDT estão a vice-prefeita Ana Paula Matos, o deputado federal Léo Prates, o deputado estadual Emerson Penalva, os vereadores Omarzinho, Anderson Ninho, Débora Santana e Roberta Caires, além da prefeita de Morro do Chapéu, Juliana Araújo. Apesar do afastamento formal da sigla, Bruno acredita que os vínculos institucionais e o alinhamento de projetos continuarão sendo mantidos.

O prefeito explicou que a ruptura foi influenciada por decisões da cúpula nacional do partido. “A gente sabia que, com a proximidade de 2026, pelo fato de o PDT, o presidente do partido nacional ser ministro do governo Lula, que fatalmente teriam orientação aqui na Bahia para seguir um outro caminho, que não o nosso lado”, afirmou, em referência a Carlos Lupi, ministro da Previdência.

Bruno também comentou sobre o cenário político antecipado e os movimentos já visíveis para as eleições do ano que vem. “Como hoje é uma precipitação muito grande, a eleição ainda é ano que vem, mas a campanha praticamente já começou. Então, a gente chegou ao momento”, disse.

Apesar da saída do PDT, o prefeito avaliou a situação com naturalidade e evitou qualquer sinal de rompimento traumático. “É normal que essas relações políticas possam, às vezes, chegar ao fim. Isso faz parte da democracia”, declarou.

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