O secretário estadual de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, se manifestou nesta quarta-feira (30) sobre a federação entre o PP e o União Brasil, confirmada na terça-feira (29) pelas lideranças nacionais das siglas. Segundo Loyola, em relação aos progressistas baianos, não muda muita coisa; ele salientou que trabalhará “com os CPF” e não mais com os “CNPJs”, ao dizer que manterá diálogo com os parlamentares na busca de novas agremiações pelas quais possam disputar a reeleição em 2026. O secretário criticou a direção nacional do PP que, para o petista, trata as siglas como partidos de aluguel.
“Não muda muita coisa. O desenho de 2023 para cá já está definido. O PP, assim como ele sempre faz, trata os partidos como partido de aluguel, não tem discussão política, não tem construção das candidaturas, é muito nessa questão fechada. Então nós não temos muito problema com isso não. Se não der com o PP, que estávamos conversando para fazer um retorno do partido e infelizmente, com a federação, eles vão ter que acompanhar o União Brasil, mas aqui conosco não tem problema não. Nós vamos construir com os CPFs, não só com o CNPJ, para outra estrutura partidária para a gente poder trabalhar e conquistar essa vitória em 2026”, disse Adolpho Loyola, presente no evento que oficializou o ingresso do PDT na base de Jerônimo Rodrigues.
